O produto automatizava rotinas fiscais complexas e tinha uma arquitetura de módulos que precisava fazer sentido para perfis muito diferentes: analistas operacionais, consultores de canal, equipe de suporte e pré-vendas.
Esses perfis tinham interesses conflitantes em relação à automação. Analistas temiam perder postos. Canais queriam novidade para vender. Suporte precisava de previsibilidade.
Validar arquitetura mental nesse campo minado exigia um método que não antecipasse as telas e não contaminasse a percepção dos participantes.
The product automated complex fiscal routines through a modular architecture that needed to make sense across very different user profiles: operations analysts, channel consultants, support staff, and pre-sales.
These profiles had conflicting interests around automation. Analysts feared job displacement. Channel partners wanted something new to sell. Support needed predictability.
Validating mental architecture in that minefield required a method that wouldn’t front-load the UI or contaminate participant perception.